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Revº Antonio Teotonio da Silva

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domingo, 31 de julho de 2011

Qual é o objetivo de nossa promoção espiritual?

& 1ª de Pedro 2:1-10 => v.9

Introdução: A carta do Apóstolo Pedro tinha um objetivo bem prático: Resgatar a Dignidade do Viver Cristão. Os crentes daquela época, após enfrentarem muitas perseguições, começaram a racionalizar suas experiências e criaram um estilo de vida evangélico: era uma espécie de vivência que não aceitava os padrões do mundo, mas que não o enfrentava com as Boas Novas de Salvação – com isso o mundo vivia em paz com a igreja que não o ameaçava.

Como esse “estilo de vida evangélico” não era uma idéia aceita por todos os crentes, estes crentes mais fiéis ao Evangelho enfrentavam um problema duplo: 1º) Enfrentavam uma crise interna (v.2 – maldade, dolo, hipocrisia, inveja e maledicência); e 2º) Enfrentavam uma crise externa por meio das perseguições.

Pedro começa sua carta tratando com os “eleitos” => antes de ser uma doutrina, eleição é um ato de Deus, que em sua soberania conhece seus filhos e separa-os para si mesmo. Pedro não inicia a sua carta para tratar com aqueles “crentes” que não tinham um profundo pesar no coração pelo fato de serem pecadores – aqueles que não tinham temor da perdição eterna.

Pedro quer restaurar a igreja por meio dos verdadeiros crentes – daqueles que Deus pode usar segundo o seu querer. Você é um desses crentes?

É por isso que Pedro utiliza uma palavra muito conhecida: “Pedra” (vv.4-5;9) em relação aos crentes.

Antes de tratarmos da mensagem central de Pedro para a nossa Igreja, seria bom pensarmos que há uma grande diferença na maneira de se construir daqueles tempos para hoje – eles usavam pedras de todos os formatos – só havia uma única pedra para dar ângulo e prumo – era a “Pedra Angular” – que na Bíblia é Jesus Cristo. Com isso, todas as outras pedras precisavam ser trabalhadas para encaixarem-se umas às outras – funcionaria mais ou menos assim: há uma saliência em mim que não permite o seu encaixe no “Templo de Deus”, mas o lugar é seu – então o “Pedreiro – Espírito Santo” pega a sua ferramenta e elimina aquela saliência.

Muitos de nós teremos que ser trabalhados pelo Espírito Santo para formarmos a Igreja de Deus – isso inclui tirar de nós algumas manias, alguns pensamentos, algumas opiniões – tudo o que atrapalha o desenvolvimento do Evangelho de Jesus Cristo – a Boa Nova de Salvação.

Nós somos a geração que mais perdeu tempo discutindo bobagens ao invés de crescermos genuinamente – discutimos se bateria podia fazer parte do louvor; se a mulher podia entrar na igreja de calça comprida; se a guitarra era uma instrumento santo, se o piano podia tomar o lugar do órgão... tudo coisas inúteis – agora a nossa discussão é em torno de outras bobagens...

Mas e Deus? O que ele decidiu em sua soberania para a sua vida como crente nesta igreja em festa?

v.9 => Quatro “Promoções Espirituais”:

1ª. Vós sois Raça Eleita

Isso é uma clara declaração de que Deus nos escolheu (elegeu) em Cristo Jesus! Amém?

Sim, foi ele quem escolheu para si este povo. Nós somos a geração que precisa de um incentivo, de um elogio – a mídia descobriu isso e quando você atende um de seus apelos para comprar aquele carro importado, mesmo em 60 meses, torrando todas as economias da casa, as pessoas vão olhar pra você e dizer: Você é o cara! (Cara endividado!).

Não sei se há como desfazer essa eleição de Deus – se eu posso dizer pra Deus assim: “Deus, achei legal esse negócio de promoção, mas num tô muito afim, não! Obrigado, mas passe para outro!”.

É impressionante que Deus não escolheu apenas alguns, mas uma raça inteira – como se ele desejasse dizer: “Elegi a cidade toda, vou começar esse trabalho pela IPI de Monte Sião!”.

2ª. Vós sois Sacerdócio Real

Aqui nestas duas palavras, a idéia que temos de que o crescimento da Igreja é de responsabilidade apenas daqueles que são vocacionados (pastores e evangelistas), termina – todo o corpo é responsável pelo crescimento da Igreja.

Em João 17, na Oração Sacerdotal, Jesus presta um relatório de seu trabalho ao Pai – ele diz assim: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer (...) Manifestei o teu nome aos homens que me deste neste mundo (...) Quando eu estava com eles, guardava-os no teu nome, que me deste, e protegi-os, e nenhum deles se perdeu, exceto o filho da perdição...” (vv.4;6 e 12).

Se no Tribunal de Cristo seremos julgados pelas nossas obras, para recebermos as recompensas de nosso trabalho, teremos de fazer como Jesus, justificar as nossas obras – quantos foram salvos, quantos se perderam, a quantos escandalizamos; e quantos não estão mais na fé por nossa causa – somos sacerdotes! Vamos prestar contas!

3ª. Vós sois Nação Santa

A diferença na constituição desta nação é a sua distinção: santa – isto é, separada para Deus!

Deus separou um povo para ser instrumento de bênçãos para todas as famílias da terra – quando Deus chamou a Abrão para ser o abençoador de famílias, ele disse a Abrão que iria engrandecer o seu nome. Em Atos 11:26 – os discípulos reunidos em Antioquia foram chamados pela primeira vez de cristãos – esse é o engrandecimento do nome de Abrão – a Igreja é esse descendente espiritual.

É por esse motivo que a igreja ainda está aqui na terra – para ser canal de bênçãos espirituais às famílias sem Cristo da terra.

4ª. Vós sois Povo de propriedade exclusiva de Deus

Exclusividade é uma palavra de nosso uso – queremos atendimento diferenciado, queremos descontos exclusivos, queremos benefícios únicos – ninguém quer ser o 2º crente mais próspero da igreja.

Deus nos escolheu como sua propriedade exclusiva – diante dos ataques do mundo, somos dele! Diante das acusações de Satanás, somos dele! Diante das crises de identidade que nos vêm pelo acúmulo de lutas e tribulações, somos dele!

Não há nada que podemos fazer para Deus nos ame mais e nada que possamos fazer para que ele nos ame menos – definição de graça por Phillip Yancey em Maravilhosa Graça.

Mas por que Deus abençoou a sua igreja dando-lhe estas 4 promoções?

“...a fim de proclamardes as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”

Para sermos pregadores das virtudes de Deus e Jesus Cristo

Virtudes que o mundo não conhece, como por exemplo: A Salvação pela Graça e não por Obras; O Amor Sacrificial de Jesus Cristo; A Justificação pela Fé na Obra de Salvação efetuada por causa do Amor de Deus por nós.

Eles estão nas trevas – não tenho medo de dizer que muitos dentro da igreja também estão nas trevas! Não conhecem a maravilhosa luz que abre nossos olhos para reconhecer que aquela cruz de condenação era minha e sua, mas que para o nosso bem, Jesus Cristo tomou-a para si.

Se você compreender as 4 obras que Jesus realizou por nós na cruz, tenho certeza que você vai se apaixonar de tal maneira por esse Jesus que a Palavra dele será prioridade máxima para sua vida! Propiciação, Redenção, Morte Substitutiva e Reconciliação. Dessas quatro obras somos abençoados com 5 consequências: Justificação (propiciação), Perdão e Liberdade (redenção), Regeneração (morte substitutiva) e Nova Posição (reconciliação).

Diante desse quadro tão grandioso realizado a seu favor, tenho certeza que esta igreja vai chegar ao seu centenário daqui a alguns anos transformada pelo Evangelho e sendo um poderoso instrumento de Deus para abalar as estruturas das trevas que governam o mundo.

Você crê nisso? Então diga: Amém!

sábado, 23 de julho de 2011

A Importância de uma amizade verdadeira

& Eclesiastes 4:9-12 e Provérbios 17:17

Introdução: Quantos amigos você tem? Amigos de verdade - aquele disposto a perder por você? Perder o tempo dele que poderia ser dedicado a outras coisas? Perder oportunidades para ouvir de novo aquela sua velha história? Perder horas de sono; perder um final de semana de descanso merecido porque você não está bem...?

Vivemos na “geração solidão”. Fazem parte dessa geração pessoas sem amigos de verdade; aquelas pessoas que cultivaram amizades por motivações erradas e hoje não os têm mais na lista de amigos... Nesta “geração” as pessoas têm 1000 contatos no celular, mas nenhum amigo, apenas contatos. Empresários têm pilhas de cartões com telefone e e-mails, mas nenhum amigo, apenas clientes... Médicos e outros profissionais têm suas agendas cheias semanalmente com horários disponíveis às pessoas – para seus pacientes, muito provavelmente nenhum daqueles horários foi reservado para um amigo. Pastores visitam, ensinam pregam... têm contato com uma infinidade de pessoas pela cidade, horas de gabinete agendadas, visitas marcadas com antecedência... nenhum tempo para o cultivo de uma amizade...

Vivemos na “geração pressa”. Ninguém mais tem tempo para perder com quem não consegue andar sozinho – as pessoas perceberam que as possibilidades de sucesso e liberdade tem um prazo determinado, como “prazo de validade” – investem tudo dentro desse espaço de tempo e não sobra mais tempo para rir com amigos; para comer pipoca com amigas no sábado à tarde, para “jogar conversa fora”. Aquele tipo de pessoa que vive no seu mundinho agendado está ficando cada vez mais só.

Vivemos na “geração intimista”. O mercado descobriu que as pessoas estão morando sozinhas, que elas cultuam desejos e sonhos singulares para a vida (porque, muito provavelmente a presença de uma outra pessoa iria tolher sua liberdade de escolha ou pelo menos reduzir as possibilidades) – nas grandes redes de comércio você já encontra porções individuais para consumo – as propagandas em sua maioria visam o “VOCÊ” – no singular.

É num conflito dessas três gerações que somos vítimas de um sistema que estabelece prioridades no seguinte sentido: “para mim primeiro”; “apenas dentro do meu contexto familiar-íntimo”; “eu quero isso”; “aquela pessoa me irrita...”.

Com isso, nos tornamos vítimas de abusos, assaltos, incompreensões... e isso nos afeta tanto que não conseguimos confiar mais nas pessoas que oferecem algum tipo de ajuda, nem mesmo naquelas que estiveram por perto algum dia – você certamente pensa assim: “Onde será que anda fulano (ou fulana)?”, e acaba por concluir sozinho mesmo: “Ah! Deixa pra lá!”.

Você é um ser solitário que vive no meio de muita gente? Você é daqueles que consegue escrever uma lista de conhecidos e não consegue colocar três nomes de pessoas chegadas num papel?

Você não está sozinho nesse dilema – esse é um problema de nossa geração – “cada um pra si e Deus pra todos!”.

Tenho boas notícias para nós nesta noite: O Deus soberano já sabia que o ser humano chegaria neste problema de pressa/descrédito/individualidade... em nossa geração.

Deus propõe uma fórmula simples para resolver este problema: “Arranje um amigo!” – “Arranje uma amiga!”.

Aspecto proposital: é sempre melhor não estar sozinho:

1. Porque a dedicação ao outro faz com que o trabalho e a produção rendam mais (v.9 – “Duas pessoas juntas podem lucrar muito mais do que uma sozinha, porque o seu trabalho vai render mais”).

C Dedicação altruísta => aquela sem desejo de tirar proveito;

C Dedicação Extraordinária => aquela sem medir tempo para saber se vai compensar o investimento na demanda;

C Dedicação amorosa => aquela que vê o bem estar do outro quando ele percebe que é amado.

Quantas vezes nós dedicamos tempo àquelas causas que julgamos perdidas, mas que nosso amigo ainda acredita nelas?

Quantas vezes deixamos de lado nossos preconceitos para ajudar um amigo em perigo?

Se você deseja arranjar um amigo de verdade, sua dedicação a ele terá de ser pra valer! Não poderá impor as suas regras antes de amadurecer o relacionamento.

2. Porque a sensibilidade ao outro sustenta nossa necessidade de proteção (v.10 – “Se uma delas cair, a outra a ajuda a levantar-se; mas o homem sozinho, quando cai, está em má situação”).

C Sensível às necessidades de comunhão – tempo para estar junto sem que a agenda domine o tempo e a situação;

C Sensível às necessidades emocionais – tempo para cultivar um relacionamento propício à abertura de coração - estabelecimento da confiança;

C Sensível à vulnerabilidade do outro – o solitário é alvo fácil – ele é carente, é tímido, é inexperiente no trato com as pessoas – ao mesmo tempo em que não confia em ninguém, abre-se para aquele que demonstra alguma ajuda.

3. Porque a disponibilidade ao outro abençoa em períodos de carência (v.11 – “E quando a noite está fria, duas pessoas usando o mesmo cobertor esquentam uma à outra. Mas uma pessoa sozinha, como vai se esquentar?”).

C Disponibilidade requer tempo com qualidade – não podemos ter amigos eternos enviando um e-mail com pensamentos filosóficos e palavras agradáveis – amigo que é amigo investe tempo no relacionamento, mesmo que não tenha retorno à curto prazo;

C Disponibilidade requer amor incondicional – amigo que impõe condições na amizade já começou mal – o amor deve ser incondicional, deve ser liberado em favor das pessoas plenamente;

C Disponibilidade requer confiança plena – você tem de olhar para aquela pessoa que é digna de sua amizade com confiança plena – ele dever ver em nós alguém que está investindo em seu relacionamento;

4. Porque a solidariedade ao outro não o deixa à mercê de suas lutas (v.12 – “Uma pessoa sozinha corre o risco de ser atacada mas duas pessoas juntas podem se defender melhor. E se forem três, melhor ainda; a corda trançada com três fios não arrebenta facilmente”).

C Solidariedade é um atributo raro => ele foi minado pela individualidade – investe-se apenas em algo que oferece retorno compensável – “gastam-se velas boas, apenas com defuntos bons” – um ditado muito admirado e seguido à risca;

C Solidariedade é um atributo necessário => ele é um combustível para ajudar nas crises de confiança – as pessoas estão perdendo o senso de importância no meio das crises – apenas o investimento sincero de confiança do amigo é que devolve a auto-estima e revigora a dignidade, criando assim a confiança;

C Solidariedade é um atributo rico em idéias e imagens para ajudar o outro a ser digno, ou sentir-se digno novamente.

Como podemos conseguir amigos assim? Você precisa de um amigo que seja dedicado, sensível, disponível e solidário? Essa pessoa existe? Sim, se investirmos nela, ela será um oásis nesse deserto: Provérbios 17:17 =>

· “Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão”. (ARA).

· “O amigo é sempre leal, mas na hora da dificuldade ele se torna mais que um amigo; passa a ser nosso irmão” (BV).

Você ainda tem dificuldades de iniciar um relacionamento assim? O mundo deturpou muito a idéia de amizade íntima? Então comece da maneira correta; ou seja, Comece com Jesus – João 15:13-15 – Amigo de verdade dá a vida em favor do outro.

Jesus é o mais sincero e leal amigo que você poderá encontrar neste mundo. Para ter o privilégio dessa amizade ímpar basta apenas ser apresentado a Ele – podemos fazer isso agora mesmo. Nas semanas seguintes nós vamos ver como Jesus investiu em seus amigos. Veremos como Ele tinha um círculo mais íntimo e investiu neles.

Não se iluda com uma agenda cheia de contatos, cultive amizades verdadeiras com poucos e bons amigos e vocês serão ricamente abençoados.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Quando o inesperado é para a glória de Deus?

& João 11:1-45

Introdução: Permitam-me contar a História de Lázaro através de alguns versículos:

C v.3 => Marta e Maria mandaram dizer a Jesus: “Senhor, está enfermo aquele a quem amas”;

C v.5 => Amava Jesus a Marta, e a sua irmã e a Lázaro.

C v.6 => Jesus ainda se demorou dois dias onde estava.

C v.14 => Jesus disse aos seus discípulos: Lázaro morreu.

C v.17 => Jesus chegou e encontrou Lázaro já sepultado, havia quatro dias.

C v.20-21 => Marta disse: “Senhor, se estiveras aqui, não teria morrido meu irmão”.

C v.32 => Maria disse: “Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido”.

C v.38 => “alguns que lá estavam” disseram: “Não podia ele, que abriu os olhos ao cego, fazer que este não morresse?”.

C v.39 => Ordenou Jesus: “Tirai a pedra!”

C v.40 => “Não te disse eu que, se creres, verás a glória de Deus?”.

C v.43 => Jesus clamou em alta voz: “Lázaro, vem para fora!”.

C v.44 => “saiu aquele que estivera morto...”.

C v.45 => “muitos...; vendo o que Jesus fizera, creram nele”.

Esta história, como muitas outras na Bíblia quer nos desafiar a deixar Deus mexer em nossas situações ordeiras. A nossa estabilidade que gera conformidade, organização, auto-controle, situações ordinárias que nos fazem controlar e dirigir a nossa própria vida, não deixando espaço para Deus revelar o seu melhor para nossa vida.

O que uma reviravolta na vida pode me ensinar?

1º. Marta e Maria, assim como nós, somos defensores daquilo que gera estabilidade:

C situações de vida sempre em ordem;

C situações de saúde e financeira sempre sob controle;

C decisões sempre tomadas dentro dos nossos limites;

C As irmãs mandaram avisar que Lázaro estava doente dois dias antes de sua morte – é tempo de sobra para Jesus vir e colocar as coisas em ordem, como sempre desejamos;

C Vida ordinária gera cobrança ordinária:

C “se estiveras aqui...”

C “Senhor, já cheira mal...”

C “Por que demoraste, Senhor?... Por que o Senhor parou para atender aquela velha que já estava à morte mesmo. Cinco minutos antes, minha filha ainda estaria viva!” (Mc 5).

C Vida certinha é objeto de culto – Paulo chama isso de culto ao próprio ventre...

C Vida ordinária gera orações ordinárias e orações ordinárias matam a nossa fé!

2º. Jesus veio para revelar o extraordinário de Deus:

C Ele chegou quatro dias depois do sepultamento – alguns judeus criam que a alma do morto ficava rondando a casa por até 24 horas, podendo ou não voltar para o corpo. Até esta expectativa já tinha acabado!

C Jesus responde no presente aquilo que cobraram dele no pretérito mais que perfeito: Seu irmão há de ressurgir...”

C Jesus estava para revelar-lhes grandes surpresas e mudar-lhes para sempre...

C Para Deus não há impossíveis...

3º. Toda situação extraordinária é bênção para nós:

C Aquela que rouba a nossa estabilidade;

C Aquela que bagunça a nossa agenda certinha;

C Aquela que estremece a nossa razão e tira o nosso chão;

C Aquela que nos deixa sem recursos humanos e materiais...

C É Deus dizendo: “Não temas, crê somente!” C Romanos 5:3-5 – devemos dar as boas vindas à tentativa de desestabilização – uma vida estabilizada não está pronta para a perseverança, nunca alcançará a verdadeira experiência e, por isso mesmo, não fará uso da esperança.

C Quando a situação extraordinária vir com tamanha força à ponto de arrebentar com a sua vida ordinária, diga: “Glória a Deus!”

C É o momento do Deus extraordinário agir!

C É o momento do Deus extraordinário abençoar!

C É o momento do Deus extraordinário juntar os cacos que sobraram e dizer: “Não poderei fazer de vós outro vaso? Eis que como barro nas mãos do oleiro, assim sois vós em minhas mãos, diz o Senhor dos Exércitos” (Jeremias 18:6)

O que fazer quando o extraordinário acontecer:

1º. Vá para o quarto de oração e quebrante-se diante de seu Deus (Mateus 6:6). Se há algo para revelar de seus medos, das suas preocupações, que tudo o que você estava seguro acabou – que você não tem mais nada agora... este é o momento de abrir-se para Deus.

2º. Diga assim para Deus:

C “Senhor, faliu! Tudo o que eu tinha desmoronou!”

C “Acabou, Senhor!”, “Não tenho mais forças e nem recursos!”

C “O plano de saúde não cobre, Senhor!”, “O resultado do exame deu maligno, Senhor!”

C “Só tenho um bocado de farinha e um pouco de azeite, Senhor!”

C Não esconda nada; fale tudo – revele o medo de estar tão vulnerável agora!

C “Jesus, Filho de Davi, tem misericórdia de mim!”

3º. Glorifique a Deus – “Nu sai do ventre de minha mãe e nu voltarei; o Senhor o deu e o Senhor o tomou; bendito seja o nome do Senhor” (Jó 1:21)

C Apenas vidas de fé extraordinárias glorificam a Deus – vidas de fé ordinárias glorificam a si mesmas!

C Apenas orações extraordinárias serão ouvidas e atendidas (Salmo 37:4-5) – orações ordinárias não passam do teto!

C Apenas vidas com experiências extraordinárias conhecem verdadeiramente a Deus (Jó 42:3,5) – experiências ordinárias matam Deus da vida, da igreja, da família, de tudo!

C Foi isso que Jesus quis dizer quando disse: “O ladrão vem somente para matar, roubar e destruir; eu vim para que tenha vida (apesar de: roubada, matada e destruída)... e a tenham em abundância – Esta é a verdadeira extraordinariedade da vida!

sábado, 9 de julho de 2011

A Graça Manifesta nas Tempestades da Vida

& Marcos 4:35-41

“...levantou-se grande temporal de vento e as ondas se arremessavam contra o barco...”

Introdução: O que precisamos saber sobre as tempestades?

1º. Que elas têm poder de destruição:

C Poder encontrado na força dos ventos;

C Poder na altura das ondas;

C Poder na quantidade de chuva.

2º. Que elas vêm sobre todos os barcos (ou casas):

C Sobre os ricos e os pobres;

C Sobre os fortes ou fracos;

C Sobre os prevenidos e sobre os desprevenidos;

3º. Que elas sempre emitem um “aviso de chegada”:

C “nuvens escuras” => costumamos dizer: “aí vem...”

4º. Que toda tempestade passa! Ela tem um tempo definido, propósito e rumo certos... mas depois vêm a bonança.

Há ainda um elemento que precisamos saber, mas vou deixá-lo para depois.

Por que precisamos desse tipo de informação?

1. Todo ser humano enfrenta tempestades!

C “tempestade” de idéias e pensamentos ruins...

C “tempestade” de problemas – nem acabou de resolver um e logo aparece mais...

C “tempestade de pavor” – aqueles que sonham com os problemas que ainda não aconteceram (talvez nem aconteçam)...

C “tempestade de pânico” – aquela que deixou marcas que foram devastadoras – dói só de lembrar!

Amados irmãos e irmãs:

C Todos enfrentamos tempestades que geram perdas.

C Todos sofremos com a força da destruição de nossos sonhos.

C Todos somos atingidos com a força do vento e das ondas.

C Mas, por que, para alguns parece ser mais fácil?

2. A Importância de sabermos quem somos de fato (v.40)

C “sois tímidos” – grego: “deilós” – significa: covarde, tímido, receoso, medroso:

o Aquele que não enfrenta...

o Aquele que não tem coragem...

o Aquele que é medroso demais...

o Aquele que se acovarda... (que amarelou)

C “não tendes fé”:

o Fé não é alimento da coragem;

o Fé não é fortificante dos preparados;

o Fé não é combustível espiritual;

o Fé é a certeza de fatos que não podem ser vistos ou provados, mas são fatos!

C “possuídos de grande temor” – grego: “fobos”: significa fobia, medo do desconhecido.

C Nós somos assim! Nossa concepção de fé está errada diante de circunstâncias difíceis – achamos que o poder está em nós.

C Não é difícil de encontrar pessoas que lutam sozinhas e vão até aos limites máximos de suas forças...

C Sabem por que é Jesus quem tem de revelar o estado de nossa fé?

o Nós fingimos que somos fortes;

o Não admitimos fraqueza diante dos outros;

o Achamos que se tivermos mais tempo ou mais recursos, nós daremos conta de tudo sozinhos...

3. Podemos contar com a GRAÇA de Jesus nas tempestades

C Jesus é SENHOR do tempo!

C Jesus é SENHOR da vida!

C Jesus é SENHOR da criação!

C Ele está presente no barcoestá sobre o travesseiro;

C Ele está na espera – ele não invade nossa privacidade;

C Eles estavam enfrentando a tempestade sozinhos até onde deu... as latinhas estavam trabalhando...

C Ninguém o “acordou” enquanto a situação não chegou no limite!

C Jesus revelou graça:

o “por que sois tímidos?” – o travesseiro está aqui! – “Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” (Sl 46:10)

o Há um travesseiro para você descansar – “Vinde a mim os que estais cansados e sobrecarregados... e achareis descanso para vossa alma” (Mt 11:28-29)

o Vá para o travesseiro enquanto eu repreendo os ventos...

o Vá para o travesseiro enquanto eu mando que o mar se acalme e emudeça...

o A sua noite de sono é um presente da graça de Deus!

o Entregar o caminho ao Senhor e confiar nele (Sl 37:5) é a revelação da Graça.

o O travesseiro é uma noite de paz – (Jo 14:27)

o O travesseiro é aquilo que precisamos para descansar em Deus – entrega total!

o Deixe tudo no altar! Entregue tudo no altar: preocupações, medos, temores, fraquezas, enfermidades, coisas que saíram do nosso domínio, do nosso controle...; vidas das quais não temos mais autoridade sobre elas...; corações arrebentados pelas lutas...; deixe tudo no altar!

o Peça para Deus tomar sobre si! Lance a sua ansiedade sobre ele (1ª Pe 5:7)...

o Entregue agora! Não volte para casa com esta tempestade sobre sua cabeça...